quinta-feira, 26 de março de 2009

Histórinhas do Tio Jaspion 5

Olá amigos do J.N.!

Como o prometido, toda quinta-feira vai ter uma histórinha aqui para vocês rirem.

A história de hoje aconteceu há muito tempo atrás, na minha oitava série.

(som de Flashback)

" Era meio-dia e a gente já tinha saído do colégio (quando eu digo "a gnt" quero dizer: eu, a Tiza [aquela garota do post anterior], o Mateus, o Palada e o Tadeu).

A Tiza resolveu comprar um pacote de balinhas Juquinha (ou eram de iogurte? Ahh! Foda-se).

Quando chegamos no ponto de ônibus, chego um pivetinho pedindo uma bala:

- Tia (pausa para riso) me dá uma bala?

Infelizmente, a Tiza tem um PEQUENO defeito: ela é mei inocente.

Certa vez fizemos uma brincadeira com ela e ela demorou três meses para entender!

Continuando...

A tiza deu a bala pro garoto que foi embora. Imediatamente surgiu um outro muleque um pouco maior que o anterior e também pediu uma bala.

Achei aquilo estremamente (percebam o uso excessivo de advérbios de modo) estranho porém não disse nada.

Um minuto depois veio um cara maior que o Tadeu falando:

- Tia me dá um real???

(pausa para um sutil "puta que pariu!")

- Tenhu um real não.

- E você?? - perguntou revistando o bolso do Tadeu - Tem um real???

Pelo canto do olho vi o Palada se afastando um pouco indo para uma rua perto do ponto, quando eu olhei pro lado (outra pausa pra um "CAAARRRAAALHHHOOO!!!!!") vi um bonde imenso vindo em direção ao ponto.

Começei a me deslocar para o lado também sem os delinquentes perceberem, pois estavam preocupados demais revistando o Tadeu. O Mateus também percebeu a situação e foi me seguindo vagarosamente.

Olhei para a Tiza que agora tava cercada por uns três muleques e fiz um sinal com a cabeça. Devido ao PEQUENO defeito dela, ela ficou me olhando com uma cara de interrogação.

Tava eu, o mateus e o palada subindo a rua, quando escutamos alguém gritando:

- ANDERSON!! VOLTA AQUI!!! PRA ONDE VOCÊ VAI???

Era a (palavra imprópria para o horário) da Tiza gritando a gente no meio do arrastão.

Ouvimos gritos de "PEGA ALI Ó!! TÁ FUGINDO!!"

Adivinha o que veio depois??

Corremos que nem o Tutuca foge de um sabonete.

Marcamos um 30 até voltarmos ao ponto, que por nossa sorte estava tranquilo.

Pegamos nossos respectivos ônibus e fomos embora"

FIM!

Por hoje é só e até o próximo J.N.!

Koban Wa!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Histórinhas do Tio Jaspion 4

Koban Wa! Amigos do J.N.!

Após algum tempo sem nada de útil para falar (aliás nada do que escrevemos aqui tem alguma utilidade, é mais para zoar com os outros) aconteceu uma coisa hoje (quando vocês lerem já deve ser outro dia), digna de uma história do Tio Jaspion.

Aliás, a partir de hoje, toda a quinta-feira tem o quadro "Histórinhas do Tio Jaspion" o qual vou contar um fato de minha vida (geralmente é uma desgraça, que é para vocês se divertirem pra cacete)

Então vamos logo para a maldita história.

Estava minha pessoa, esperando pelo maldito 476 chegar, conversando com os meus amigos que pegam o mesmo ônibus que eu.

- Po, isso é o mó preconceito contra gente que mora na zona sul. Só porque mora lá acha que tem carrão e não precisa de ônibus! - exclamei

- Verdade! Tão vacilando com a gente! - falou o Gabriel (antiga MA13)

Quando, subitamente, um senhor idoso surgido não sei de onde (do inferno talvez?) cambaleou para perto do nosso grupo (provavelmente grogue) e disse:

- Todo mundo rico, filhinho de papai....

Imediatamente (como já disse em algum post anterior, eu adoro usar advérbios) caímos na gargalhada.

E o véio continuou:

- Meu pai morreu sabia? Tá lá em baixo - falou apontando pro chão

- Percebe-se - falei

O cara se virou pra mim e perguntou:

- Quem é seu pai?

- O marido da minha mãe! - (um minuto de silêncio)

- Seu pai faz o que?

- Ele é o Bill Gates!

- Sério Rapaz??!!

- Sérinho.

Após uns cinco minutos de conversa, chega a Taisa (ou Tiza para os íntimos, como eu).

Cumprimentei ela e quando me virei o véio tava andando na direção dela com os braços abertos:

- Dá um beijo no vovô querida...

(Pausa para um "nem fodendo" mental)

Após rirmos até cairem lágrimas dos olhos, o maldito 476 chegou levando-nos para nossas residências.

Por hoje é só. Até o próximo post do J.N.

Koban Wa!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Histórinhas do Tio Jaspion 3

Olá amigos do J.N.!

Estou escrevendo mais uma vez para contar a vocês como foi meu Carnaval.

(Desculpem a demora, era para o J.N Post ter ido ao ar ontem mas devido a acontecimentos ocorridos no mesmo resolvi incluir a terça-feira para que vocês possam rir um pouco mais da desgraça alheia.)

Com toda sinceridade que me é cabível espero que o Carnaval de vocês tenha sido melhor que o meu por mais infeliz, solitário, triste e tedioso tenha sido o seu feriado. Acredite...

Já durante o pré-carnaval demonstrei toda a minha empolgação com a data que passei a semana inteira fugindo de toda e qualquer aglomeração de pessoas munidas de pandeiros, tamborins, microfones e cerveja, popularmente chamados de blocos de rua.

Se uma pessoa tocando descoordenadamente qualquer instrumento já é horrível, multiplique por cinco mil e some mais um trio elétrico e uma porção de bêbados para você ter uma idéia.

Falo isso porque todo carnaval passa um bloco na minha rua para desespero de cães e gatos da região.

Fora que carnaval é a época perfeita para ambulantes extorquirem qualquer pessoa (principalmente gringos) que pare em sua humilde barraca (ou isopor) afim de saciar sua sede.

Uma simples lata de SKOL chega a valer R$ 3,00! Pelo mesmo preço eu compro umas três no mercado (quentes mas faz bem para o seu bolso , já que ainda sobram alguns centavos de troco, e para a sua saúde porque sabe-se lá onde o carinha enfiou a latinha que você está prestes a colocar na boca).

Fantasias são outra fonte de extorsão carnavalesca. Pessoas desesperadas para se travestir nas coisas mais bizarras possíveis lotam as lojas de fantasias e acabam saindo de lá com os bolsos vazios e uma máscara do Obama.

Dica: Se você que se fantasiar de alguma coisa no próximo de carnaval, use sua roupa de Festa Junina. Além de você economizar pra caralho você vai poder jogar na cara dos seus amigos que não tiveram grana para comprar uma. E o melhor! Ninguém vai reparar no que você está vestindo no meio de uma multidão de malucos fantasiados.

Ainda na semana passada, recebi um convite para ir ao sambódromo ver o desfile das escolas do Grupo de Acesso (a segunda divisão do carnaval carioca), porém como já disse nos primeiros parágrafos do post de hoje, estava tão empolgado com o convite que não fui.

Pensando bem não perdi muita coisa. Tirando o fato de ver várias mulheres semi-nuas rebolando na minha frente o resto não tinha a menor graça (Afinal existem programas na Globo que tem a mesma finalidade).

Qual é a diversão de ver mais de mil pessoas correndo oitocentos metros de pista vestindo quarenta quilos de fantasia tentando acompanhar o ritmo da música?

Antigamente os desfiles eram SÓ desfiles, hoje são superproduções dignas de cinema (onde eles tiram dinheiro pra isso tudo?).

Se continuar assim não duvido nada que Steven Spielberg ou Mel Gibson sejam os próximos carnavalescos da Beija-Flor ou da Unidos da Tijuca.

Voltando ao assunto central do post queria contar a vocês como foi meu carnaval.

Começou assim:

  • Sábado - 21/02/2009
Lembra daquele convite que recebi para ir na Sapucaí? Então. Resolvi passá-lo para minha mãe (Afinal de contas ela merece por tudo que ela faz para sustentar este vagabundo que escreve essas besteiras que vocês estão lendo).

Ela ficou tão feliz que até me deixou ir para a casa do meu amigo Tadeu (pessoa com graves problemas de trocadilhos ou piadas que envolvam os mesmos) sem limpar nada em troca!

Levantei cedo naquele dia, me arrumei e fui para Tadeu´s House, onde fiquei jogando PS2 a tarde inteira até ser interrompido pela minha adorável mãezinha.

Ela me ligou pedindo para cuidar da minha irmã e da minha prima enquanto ela saía. Não pude recusar (e quando digo "não pude recusar" quero dizer "fui obrigado") a realizar a tarefa.

Assim que cheguei em casa minha mãe já havia saído e achei minha irmã e minha prima assistindo TV e a casa incrivelmente bagunçada. Mal sabia eu que era só a ponta do iceberg...

  • Domingo - 22/02/2009
Quando acordei na manhã do dia seguinte percebi que minha mãe e minha tia (que também foi com ela) estavam em casa e se encontravam dormindo.

Levantei-me e fui me arrumar para cumprir meus deveres catequéticos (soa estranho mas é assim mesmo) de todo domingo.

Fui tomar banho e nem reparei que o interfone tinha tocado e quando saí do banheiro me deparei com uma horda de parentes que haviam acabado de chegar.

Após todos acordados e alimentados (ainda bem que eles tinham comido em casa porque não tinha comida suficiente para aquele batalhão de pessoas) conduzi-os até a igreja.

Era um pelotão que continha sete primos, duas tias, um tio, uma mãe, um pai e uma irmã (totalizando 14 pessoas contando comigo) rumando para uma igreja. Uma senhora chegou a perguntar se aquilo era procissão.

Findado nossos deveres religiosos, fomos todos à praia (pronto para bater no primeiro idiota que gritasse "arrastão").

Suponhamos que você seja um garoto de dezessete anos e tenha um exército de primos e primas. Agora suponhamos que você leve uns sete para uma praia lotada e tenha que cuidar de todos eles. Agora imagine-se na beira da água com quatro primos agarrados em você como se estivessem colados com super bonder para não se afogarem, porque ninguém, com exceção de você, soubesse nadar embora estivessem loucos para entrar na água.

Pois bem, era exatamente assim que a minha pessoa se encontrava somente dez minutos depois de chegarmos à praia.

Tentei convencer a minha mãe a me liberar daquele tormento, mas ela argumentou que era natural eles agirem dessa maneira porque não tinham muitas oportunidades de vir à praia (nem de encher o meu saco) e se eu quisesse ver a luz do dia outra vez na minha vida era melhor eu permanecer junto deles e cuidasse para que nenhum se afogue ou se perca (o que viesse primeiro).

Após três horas e meia de tortura pública, com areia no cabelo e nos bolsos da bermuda o suficiente para montar a minha própria praia particular (devido a uma intensa batalha arenosa entre eu e os meus primos, porque eu tentei enterrar um deles a dez metros da arrebentação), voltei a proteção do meu lar, na esperança de que aquele dia jamais se repetirá. Porém o destino tem a estranha mania de me contrariar destruindo assim meus sonhos e esperanças.

Minha mãe convidou todo mundo a ficar mais um dia.

  • Segunda-Feira - 23/02/2009
Sonhei que estava lutando contra um lutador de Muay Thai, mas quendo acordei percebi que erameu primo me chutando enquanto dormia.

Devido ao enorme contingente de pessoas foi necessário um certo sacrifício de todos (mais meu do que o dos outros). Fui obrigado a dividir a MINHA cama com meu primo, enquanto minha irmã foi dormir com meus pais. As minhas primas dormiram na cama da minha irmã e o restante dos parentes foram acomodados em outros cantos da casa.

Depois que o pelotão tomou café, as garotas foram de novo para a praia (me recusei terminantemente a sofrer a mesma situação do dia anterior) e nós rapazes ficamos em casa jogando video game.

Estávamos jogando NFS - Most Wanted quando as garotas chegaram. Paramos para almoçar. Eu disse:
- Salva e vambora comer.

Quando entrei na cozinha escutei um grito que certamente nao era nada de bom. Corri de volta para o video game e vi minha prima de cinco anos segurando um memory card na mão, aparentemente radiante do que fez.

- Eu estava salvando quando ela arrancou o memory card do console!

Surgiu em mim um ímpeto maligno que eu não sentia há muito tempo. Para acalmá-lo imaginei ela rolando escada abaixo.

- Mamãe! Olha o que eu peguei - disse a criatura
- Que bom filha! Agora vem comer.

Aquilo só me fez sentir mais raiva ainda pois além do trabalho de uma manhã inteira ter ido para o espaço em questão de segundos (pois todos sabemos que se você remover o memory card do console durante o processo de salvamento, os dados são corrompidos) vi a culpada sair impune!

Após o almoço (a essa altura meu bom humor já tinha voltado) voltei para o video game.

Quando o relógio marcou três horas achei que já era hora do lanche, então fui preparar o meu.

Outra vez o destino não sorriu a meu favor. Cheguei na cozinhao Furacão Ana havia passado por lá.

Deixa eu explicar: Ana é minha prima de treze anos que morava com a minha avó em Minas Gerais. Chata pra cacete e também muito incoveniente.

Esse ano ela se mudou para o Rio, para minha completa infelicidade.

Nunca vi nenhuma pessoa comer tanto em tão pouco tempo. Em um espaço de três horas ela havia devorado: quatro pães, seis maçãs, três fatias de bolo de chocolate, meio pudim e um pacote de macarrão cru. Portanto não havia mais nada para comer.

Resolvi pegar algum dinheiro na sala para ir comprar algo para comer.

Cheguei na sala e deparei com o Furacão Ana mexendo no meu computador

- SAI DAÍ AGORA!!!! - gritei com todo ódio que consegui juntar

A raiva disso somada a minha fome resultou num par de tamanco na minha mão e um galo enorme e roxo na testa da minha prima.

Quando eu achei que tudo havia acabado, o dia seguinte me disse que ainda sofreria um pouco mais.

  • Terça-Feira - 24/02/2009 [Pesadelo de Carnaval - Parte 2]
Se você (e eu também) que o meu tormento de carnaval tinha acabado com a ida dos meus primos se enganou.

Acordei muito feliz nesse dia pois não havia ninguém para me encher o saco.

Estava enganado. Minha irmã acordou tão bem humorada que me jogou uma escova de cabelo quando lhe dei um bom dia.

Decidido a não ficar perto dela (pois experiências anteriores me alertavam para me afastar) fui jogar PS2.

Foi quando chegou o Bruno (muleque que mora no meu prédio e me empresta uns joguinhos de PS).

Se você achou o Furacão Ana destruidor é porque você não viu o Furacão Eduarda, irmã do Bruno.

Fomos jogar NFS e constatamos que o jogo anterior tinha ido mesmo para o lixo então começamos outro.

Como é natural de todo o irmão mais novo chatear o irmão mais velho (Lembra? Primeiro post do J.N.!) a irmã dele começou a perturbá-lo. Vendo que não estava tendo resultados ela começou a testar a minha paciência.

Amparada pela vantagem de eu não poder bater nela por não ser minha parente, ela foi além dos limites aceitáveis de perturbação.

Ela pulou em cima de mim e como um chimpanzé ensandecido começou a puxar o meu cabelo!
Quando consegui soltar o meu cabelo das garras cruéis dela minha cabeça já estava ficando dolorida.

Achando aquilo absurdamente engraçado, ela tentou me escalpelar pela segunda vez. Mas eu já estava prevenido quando ela veio correndo em minha direção com as garas apontadas para o meu couro cabeludo, me levantei e ela "esbarrou" em mim e caiu sentada no chão.

Imediatamente ela começou a chorar.

O que você acha que eu pensei:
  • Ah! Coitadinha... Não devia ter machucado a pobre garotinha que só queria brincar comigo. Sou uma pessoa muita malvada
ou

  • SE FUDEU!!! MUAHAHAHAHA!!!!
Se você escolheu a segunda opção acertou. Não senti a menor pena de vê-la chorando (você também faria a mesma coisa se tivesse alguém que tentasse arrancar os seus cabelos fio por fio).

Depois disso ela se contentou a ficar bagunçando meu porta CD's.

E com uma imensa alegria digo que acabou!!!

Aleluia!!!

Espero que tenham gostado, comentem se não for pedir muito e até a próxima

Koban Wa!

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Histórinhas do Tio Jaspion 2

Aqui estou eu, em mais um tedioso dia de minhas férias.

Desde que eu passei de ano ( só pra constar, oÚNICO que passou direto) minhas férias tem sido tão "empolgantes" pra não dizer o contrário.

Desde então minhas férias tem se resumido a jogar Lunia ( agora não com tanta frequência, pq por motivos que irei explicar outro dia) e jogar vôlei (que a propósito é a melhor atividade das minhas férias).

Mas, voltando ao assunto central do post de hoje, vo contar a vcs como foi a minha passagem de ano.

31/12/2008 - 13:00

Era o último dia do ano, pra variar como nos anos anteriores, minha mãe estava histérica, minha irmã não estava fazendo porra nenhuma, meu pai reclamando q a gnt naum ajudava em nada , mas ele msm tbm naum tirava a bunda de frente da televisão pra fazer algo de útil além de reclamar da nossa ociosidade e o pobre coitado aqui sofrendo pra naum surtar.
Minha mãe tem a estranha mania de td sábado, domingo ou feriado nacional limpar a casa toda, consequentemente levar tdos à beira da loucura pq se naum estiver limpo do jeito q ela quer, prepare-se pq vc vai escutar uma longa preleção q vai desde o seu nascimento até o dia anterior pq aparentemente vc naum dá valor ao que ela faz, só quer saber de receber as coisas na mão e ela começará a fazer ameaças q vão desde deixar vc de castigo (q é a mais básica de tdas as ameaças maternas) até voltar pra casa de sua avó.

31/12/2008 - 13:30

Apenas meia hora depois a casa estava um caos, td estava fora do lugar e cheirando a produtos de limpeza. Tentei ir para a cozinha supondo q lá estivesse menos caótico do q a sala, porém para minha infelicidade ou extremo azar lá estava pior do que a sala pq minha mãe tbm estava fazendo o almoço (nakele dia só fui almoçar quase cinco hrs da tarde). Minha mãe é uma pessoa, digamos fora dos padrões, ela reclama pra caralho q trabalha muito mas msm qdo naum tem nada pra fazer ela consegue algo pra fazer (Ex: dizer como Lunia atrapalha minha vida).
Cenário: o fogão estava abarrotado de panelas, a pia estava lotada de louça suja, tinha comida em td lugar, um calor insuportável e uma mulher tentando desesperadamente controlar a situação.
Sem ter outra opção a não ser ajudá-la (funciona assim, se eu ajudo ela naum reclama, se ela naum reclama eu não surto, se eu naum surtar conseguirei manter meu bom humor) eu lavei e sequei akela imensa e monstruosa pilha de louça suja.

31/12/2008 - 15:00

A cozinha estava praticamente concluída. Faltava o banheiro (tarefa a qual fui taum injustamente incumbido) e a sala.
Nunca imaginei q limpar o banheiro seria taum divertido. Foi assim: depos q eu finalmente consegui sair da cozinha, após duas sofridas horas de limpeza incessante, sentei pra descansar qdo vi o meu adorável pai dormindo. Senti uma fúria descomunal e incontrolável percorrer meu corpo e me dizer q eu deveria jogar algum objeto bem pesado na cabeça dele. Depois desse ímpeto maligno, recebi um pedido (mas estranhamente soou como uma ordem) de limpar o banheiro, uma vez q a inútil da minha irmã estava sentada em frente ao computador, realizando a árdua tarefa de fuxicar os orkuts alheios e o preguiçoso do meu pai estava dormindo, cansado de naum fazer absolutamente nada o dia inteiro.
Lá fui então com baldes, vassouras, desinfetantes e o que mais vc usa pra limpar banheiros, limpar o dito cujo.
Até que o lugar naum taja taum sujo apenas cheio de areia. Removi td os objetos q pudessem me atrapalhar e começei a limpar.
Começei pela pia q estava incrivelmente suja de pasta de dente. Eu me perguntei: "Como um ser humano consegue chegar a esse nível de sujeira?" . Por fim após meio litro de Veja Multi Uso consegui remover aquela crosta de pasta de dente da pia.
Mas peraí como remover sujeira pode ser divertido? Simples. Minha irmã, cansada de fuxicar orkuts foi usar o banheiro. Eu tinha interditado a área mas ela inexplicavelmente (adoro usar advérbios) conseguiu driblar a minha barreira e entrar na área restrita. Quando vi a cara da criatura na porta pensei "puta que pariu" eu tava com um dakeles esguichos q existem em alguns banheiros na mão, então disparei um jato d'água na cara dela. Foi a coisa mais cômica q aconteceu no dia.

31/12/2008 - 19:00

Já tava quase no fim do dia, casa limpa e comida feita, não restava nada mais a ser feito.
Mais uma vez o destino me contrariava. Minha mãe tinha chamado meu tio e meus primos para passar a virada com a gnt. Minha experiência, já relatada no post de Natal, com essa situação me dizia que o dia naum ia acabar taum cedo.
Após tdos acomodados, fui encarregado de entreter meus primos até a hora da gnt sair pra ir pra praia de Copa como fazíamos tdos os anos.

31/12/2008 - 21:00

Assim que o relógio marcou nove hrs minha mãe ordenou a tdos os presentes pra se arrumarem. Eu, como de tradição, fui o último a me arrumar. Fiz a barba (o q é uma raridade), tomei banho, me vesti de branco e saí do banheiro. Uma visão nada agradável aconteceu, meu primo de sete anos estava correndo em minha direção com uma taça de pudim na mão e derramou td em cima da minha roupa! Depois de uns três pescotapas no muleque e uma bronca de 5 minutos da minha tia, tomei um otro banho e coloquei uma otra roupa. Enfim eu estava pronto, arrumado, limpo e sem pudim em mim.

31/12/2008 - 22:30

Saímos tdos de casa pra ir pra Copa qdo perguntei pra minha mãe:
- A gnt vai de ônibus né?
- Não. A gnt vai a pé.
Tá legal. Tudo bem. Eu resisti a td e uma caminhada de uma hora até copacabana com uma multidão de pessoas num deve ser nada.
Lá estava eu de branco no meio de milhares de outras pessoas tbm vestidas de branco. Algumas já estavam completamente chapadas.
Continuamos em procissão até chegar no posto 9, quando algum retardado, provavelmente bêbado, começou a jogar ovos do alto de um prédio. Minha mãe começou a proferir vários palavrões, alguns deles eu nem sabia q existiam enquanto meu pai tentava acalmá-la e minha tia protejendo meus primos de uma rajada de ovos.
Consegui desviar de dois deles e um terceiro acerto a cabeça de um gringo q passava por perto.

31/12/2008 - 23:30

Chegamos em copa. Assim q meus pais e meus tios se estabeleceram em um lugar na areia, desejei Feliz Ano Novo a tdos e disse uma grande tchau pra td mundo.
Fui procurar os meus amigos perto do Forte. Era mais fácil descobrir o sentido da vida.
Eu tava passando por um grupo de pessoas qdo um deles disse:
"Sabia q na Rússia, eles comemoram o Ano Novo onze vezes?"
Não resisti, parei e disse: "Foda-se!" e continuei a andar pela multidão.
Dez minutos antes da meia-noite, parei de tentar procurá-los e voltei pra minha família.

01/01/2009 - 2:45

Depos do show pirotécnico, de duas garrafas de cidra (pq minha mãe se recusou a levar vodka), e três engradados de cerveja resolvemos voltar pra casa.
Novamente naquela procissão só que dessa vez sem ngm pra tacar ovo na gnt.
Chegando na altura do Jardim de Alah, vi a primeira cena engraçada do ano. uma mulher completamente chapada tava dançando no meio do trânsito. Foram necessários três P.Ms pra tira ela do meio da rua.

E foi isso q aconteceu

Até a próxima e naum percam o próximo Jaspion News.

Koban Wa!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Histórinhas do Tio Jaspion 1

Koban Wa todos os leitores

e FELIZ NATAL pra tdos!!!

To aqui hj pra contar pra vcs meu natal

"Tudo começou quando minha progenitora me disse:

- Anderson, a Sueli (amiga simpática da minha mãe que tem três capetas, digo filhos) vai passar o natal aqui com a gente.

Eu simplesmente respondi um "tá legal" e voltei para o que eu tava fazendo (naum me pergunte pq eu tbm num sei). Mal sabia eu que aquele "tá legal" naum iria ser tão legal assim.

Véspera de Natal. Acordei como se fosse outro dia qualquer, tomei café da manhã e fui pro computador. Fiquei jogando Lunia (vide post de 25/11/2008) até minha mãe chegar por volta de seis horas.

Pronto! Foi aí que tudo foi pro saco! fui obrigado a sair do computador pra ajudar a preparar a Ceia de Natal pq a inútil da minha irmã naum faz porra nenhuma pra ajudar!!!

Lá fui eu então ajudar minha mãe. Foi um pesadelo!!!

Enquanto ela fazia o Chester (aquela ave com mais peito que a Pamela Anderson e q ngm nunca viu um vivo) eu ia preparando a rabanada (naum confundir com rabada que é outra coisa feita com o rabo do boi, provavelmente esse prato foi inventado por pobres q queriam aproveitar até o cú da vaca). Até q ficou com uma aparência boa...

depois disso a amiga da minha mãe ligou dizendo que só ia chegar às 9 pq tava num puta trânsito. Foi o suficiente pra minha mãe ir à loucura e conseqüentemente me levar junto.
Agora ela queria desesperadamente q td estivesse pronto antes da amiga e dos filhos dela chegassem.

O cenário era o seguinte: meu pai tava quase tendo uma taquicardia tentando fazer o bacalhau, minha irmã tava (contra a vontade dela) arrumando a mesa, minha mãe berrando com a gnt como se estivéssemos a um quilometro dela e eu controlando cada fibra do meu ser para não explodir e manda td mundo pra casa do caralho bem na véspera de natal.

Depois de me controlar terminei de ajudar a minha mãe a terminar seus afazeres. Após vários berros, empurrões e coisas do gênero terminamos de preparar a Ceia de Natal antes das 9 como minha mãe queria.

Quando o relógio marcou 9 horas nada da amiga da minha mãe aparecer. Pensei: "puta que pariu! quase surtei e a mulher num chega na hora q ELA disse q iria chegar"

Meia hora depos a mulé surge aqui em casa junto com seus três capetinhas (bem tirando a garotinha q era comportada, os outros dois eram capetinhas msm). Os nomes deles eram: Douglas, Mateus e Larissa. respectivamente com 9,6,8 anos.

Findada as apresentações e tudo o mais, voltei me para meu computador e foi nesse exato momento q o capetinha 1, chamado Douglas entrou em ação.

A coisinha sento do meu lado e ficou olhando pra minha cara. Tentei naum olhar pra cara dele, mas akilo já tava ficando insuportável.
"- Vc tem video game?"
"- Tenho."
"- Qual?"
"- PlayStation 2"
" - Tbm tenho"
" Legal "
"Podemos jogar?"
"Agora naum"
(dez minutos depois...)
" e agora?"
" ainda naum"
(mais dez minutos depois...)
" agora?"
"NÃÃÃÃÃÃÃOOOO!!!!!"

Já estava pronto pra disferir um mega punch bem no meio do nariz da criança quando minha mãe disse:

" - Anderson vai tomar banho pq eu naum quero ngm fedendo durante o jantar"

Olhei pra cara da coisa e pensei:

"se livrou dessa mas naum escapará da próxima..."

Depois de ter tomado banho e duas horas a mais fomos comer finalmente

A melhor imagem da noite foi ver o capetinha 1 se engasgando com a farofa.

Depois q tdos já estavam satisfeitos, minha mãe , meu pai e a sueli foram conversar enquanto o trouxa aqui teve q tomar conta pirralhada toda.

Já eram duas horas da manhã quando tdos resolveram dormir. Quando uma coisa pode piorar, ela VAI piorar.

Agora foi a vez do capetinha 2 entrar em ação.

Eu durmo num beliche com a minha irmã, eu durmo na cama de cima, mas hj ive q dormir na cama debaixo pq os capetinhas 1 e 2 estavam dormindo na minha cama.

Estava lá eu deitado em meu recanto quando o coisinha saltou em cima de mim. Dei um grito q acordou td mundo.

Tdos foram ver o q tinha acontecido e adivinha o q aconteceu?

Riram.

Isso msm. Tds riram!

Quase matei a criança...

pessoas naum devem dormir com objetos cortantes próximos

Havia uma tesoura perto... minha mão inexplicavelmente ia na direção dela...

Calma jovem gafanhoto - disse a mim msm - daki a 6 horas eles vaum embora

Com esse pensamento, voltei a dormir.

Acordei e pensei "Finalmente eles vão embora!!!!!!"

Mas como alegria de pobre dura pouco...

" fica pro almoço sueli?"

Essa pergunta acabou com o resto do dia.

Tive q aturar os capetinhas durante o natal td!!

Ainda bem q isso só acontece uma vez por ano.

Bom vo ficando por aki pq tá ficando meio tarde

tchau pra vcs e mais uma vez Feliz Natal!